Sento à frente do papel,
seguro o queixo:
Nos olhamos
- Quanto tempo, há quanto tempo…!
Entre nós o nosso só silêncio cúmplice
e um engasgo carinhoso e envergonhado
…
como foi que de amigos, de comparsas
nós passamos a acessórios sem assunto?
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ellen
February 26, 2010 at 18:03
Que maravilha te achar novamente na internet.
Espero um dia te conhecer ao vivo.
Você se pergunta sobre um comparsa. Eu me pergunto sobre todos os meus amigos.
Há braços.
Alan
February 28, 2010 at 17:03
Esse é um desconforto que dura. Tem aftertaste amargo. Um dia ainda aprendo a consertar, digo, eu acho que tem conserto, né?
regina martinelli serra
July 26, 2010 at 01:33
filha querida, volte a escrever, muito!!!!!seus poemas são bons demais!!!!
bjs